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BLOCO K – PASSO 9: TREINAR FUNCIONÁRIOS DO CLIENTE E ARRUMAR A CASA

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Nos nossos passos anteriores falamos sobre diversos pontos importantes do para geração do Bloco K tais como: entendermos profundamente o que é este bloco, explicar detalhadamente ao cliente, preparar sistemas, cuidar dos cadastros, etc. (Se você não viu, dê uma olhada nos nossos 8 passos anteriores a este).

Agora quero falar sobre a importância da preparação dos funcionários que trabalham na empresa do cliente do escritório contábil.

Depois de fazer o cliente entender o que é Bloco K, adquirir ou preparar seu sistema, organizar cadastros, temos que direcionar o foco na direção daqueles que serão os verdadeiros protagonistas do Bloco K, ou seja, os funcionários da produção.

São eles, as pessoas que atuam na área produtiva da empresa, que serão os alimentadores das informações no sistema que vão dar origem ao arquivo denominado Bloco K.

Tempos atrás numa palestra realizada na Fiesp em SP um empresário presente me confidenciou a dificuldade de implantação justamente pela questão da adesão das equipes de produção aos novos processos criados, ele na verdade me falou na suspeita da existência de um boicote de alguns elementos aos novos processos.

É comum que haja resistência de funcionários quando novos processos de controle são criados, a maioria de nós na verdade é resistente às mudanças por que inicialmente elas nos trazem algum desconforto inicial,  mas depois  geralmente conseguimos perceber que a mudança foi para melhor.

Vamos lembrar que o principal alimentador do Bloco K são as ordens de produção. Cada produto será fabricado com base em uma ficha técnica definida pela engenharia ou depto. Correlato. Os materiais necessários para a produção são requisitados junto ao almoxarifado. No decorrer do processo produtivos há a necessidade de  apontar eventuais perdas ocorridas no andamento da produção.

É preciso que sejam criados processos estabelecendo os caminhos, os passos, cada uma das etapas desde a emissão do pedido de compra, passando pela produção,  estocagem, emissão da nota fiscal pelo faturamento e expedição da mercadoria para o cliente.  Além disso ainda deve-se criar procedimentos para devoluções de mercadorias ou necessidade de reprocessamento de produtos. É preciso que os funcionários envolvidos em todas estas etapas saibam como inserir e manipular todos esses dados dentro do sistema da empresa. Muitas vezes além de um treinamento para os procedimentos internos faz-se necessário também um treinamento para operacionalizar o sistema.

E por fim  devemos ainda pensar no caso dos industrializadores que devem definir internamente como será o processo de informar aos clientes os dados necessários para que o cliente possa alimentar os registros K250 e K255 dele. Quem vai alimentar, como vai alimentar, quando vai alimentar e quando vai enviar aos clientes estas informações. Já aqueles que mandam industrializar fora  devem por sua vez pensar nos mesmos aspectos em relação ao seu sistema que deverá ser alimentado com as informações recebidas do industrializador, isto é, quem vai alimentar, como vai alimentar, quando vai alimentar e quando vai enviar ao escritório contábil estas informações.

Vemos então que há muita lição de casa para ser feita e que o envolvimento de vários profissionais de departamentos diversos é fundamental.

Fonte: Livro Estoque no SPED FISCAL 

Professor Antonio Sergio

Consultor Tributário, Professor e Palestrante 

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