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BLOCO K – CUIDADOS DO ESCRITÓRIO CONTÁBIL: PASSO 4

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Você ainda não sabe quais são os Passos 1,2 e 3? Leia AQUI

AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS

Depois de termos visto nos passos anteriores a importância de conscientizar o cliente sobre o que é  Bloco K e o que é Inventário,  o próximo passo é ajudar o cliente a se preparar para o cumprimento da obrigação.

E um dos elementos fundamentais para isso é a existência de um sistema adequado. E neste caso temos que fazer uma avaliação dos sistemas existentes no escritório e no cliente e como será a interligação entre eles.

Quando o assunto é Bloco K não existe a menor possibilidade de que as informações possam ser geradas de maneira segura e confiável.

Para aquelas empresas que não possuam sistemas deixo claro que obrigatoriamente deverá buscar no mercado um sistema preparado para geração do Bloco K.

Muitos empresários ainda cultivam a idéia de que sistema de controle interno é para grandes empresas, porém eu posso assegurar que na atualidade já podemos encontrar no mercado sistemas destinados às pequenas empresas a custos compatíveis com os pequenos negócios.

Considerando  que a empresa já tenha um sistema nesta etapa começa a participação dos profissionais de T.I. do cliente e do escritório pois é o momento de identificar como as informações exigidas serão geradas pelo cliente e coletadas pelo escritório. É de se supor que muitos dos clientes e escritórios talvez não tenham colaboradores exclusivos da área de T.I.. Se assim acontecer então esta análise deverá ser feita buscando informações junto ao fornecedor do sistema.

A primeira análise a ser feita é quais são as informações possíveis de serem geradas pelo sistema, quais os campos devem ser alimentados, qual o formato das informações geradas, ou seja, se atendem ao leiaute do Bloco K. Analisando todas as funcionalidades do sistema do cliente deve-se depois partir para análise do sistema fiscal do escritório, verificando se o mesmo está preparado para receber as informações geradas pelo sistema do cliente.

Aqui já estou partindo do pressuposto que o sistema fiscal do escritório está adequado ao leiaute do SPED, contudo será necessário avaliar se o arquivo “txt” gerado estará compatível para ser recepcionado no sistema do escritório.

Para isso será necessário que testes sejam realizados antes da data da obrigatoriedade para que, em caso negativo, sejam tomadas as devidas providências.

A definição de como a informação será gerada no cliente e como o escritório vai integrar esta informação dentro  do SPED FISCAL  é da maior importância pois depende dessa decisão a definição de como o escritório vai orientar o cliente no preenchimento das informações no sistema.

Nas minhas aulas é muito comum os Contadores me dizerem “ essa obrigação é do cliente”. Concordo pois não é possível gerar Bloco K no escritório. Mas temos que levar em consideração que muitos dos clientes não tem a menor idéia do que é e como cumprir a obrigação.

Por isso o auxílio do escritório é imprescindível.

Um bom sistema e orientação é o que devemos oferecer aos clientes.

 

Fonte: Livro Estoque no SPED FISCAL 

Professor Antonio Sergio

Consultor Tributário, Professor e Palestrante 

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